Uma iniciativa digna de elogiar num País que deve andar sempre à procura de alternativas energéticas baratas, eficazes e duradouras. É na mente das crianças que o nosso futuro está a ser desenhado. Vamos fertilizálas.
O concurso de banda desenhada elaborado sob o lema "Poupe Energia Ilumine Esta Ideia!" já tem vencedores. Enquadrado no programa de comemoração do Dia Mundial de Energia, o certame tem como objectivo sensibilizar a comunidade estudantil para a causa da "Utilização Racional de Energia".
Os desenhos foram analisados com base no regulamento do concurso e os principais critérios utilizados foram os seguintes: criatividade e originalidade; organização da imagem, perfeição do desenho, organização do texto e com lógica, mensagem clara e objectiva.
Os prémios atribuídos são um computador portátil, uma máquina fotográfica digital e uma bicicleta, respectivamente.
Regulamento do Concurso
Eis os vencedores:
1º LUGAR: RAQUEL ÉVORA SOUSA
16 Anos de Idade
Estudante do 10º Ano de Escolaridade da Escola Secundária Olavo Moniz, ilha do Sal.
2º LUGAR: DÁRIO G. R. FERREIRA RODRIGUES
12 Anos de Idade
Estudante da 6ª Classe da Escola Juvino Santos, pólo nº24 da Ribeirinha, ilha de São Vicente.
3º LUGAR: ILKA EVELYN CABRAL ROCHA
10 Anos de Idade
Estudante da 4ª Classe da Escola Praça Nova, pólo nº 2 do Mindelo, ilha de São Vicente.
Pesquisa personalizada
SI NHA TERRA TINHA TXUBA...
"Na noz terra ka tem so morna ku koladera també tem munti aznera ki ta barredu pa baxu stera".
Buddha, na Kem ke Buddha
Ami é di tempo ki na C.V. porta ta fikaba aberto pa kem ki kre entra konbersa toma um pratu di kumida ou simplismenti dexa bentu korri. ami é di tempu ki nu ta brinkaba na rua tudu tipo brinkadera ki tinha sem medu sem pressa. antiz di mi era inda maz sabi na kel pontu la. ma terra muda munti kuza perdi munti kuza straga ma també munti kuza muda pa midjor. Saber mais...
terça-feira, 29 de setembro de 2009
MORREU MANUEL D'NOVAS (1938-2009)
O cantor e compositor santantonense Manuel d´Novas, 71 anos, morreu na madrugada desta segunda-feira, 28, em São Vicente. Durante a sua longa carreira, Manuel d´Novas escreveu vários sucessos da nossa música como "Nôs Morna", “Stranger ê um ilusão” e “Lamento d’um emigrante”, interpretadas nas vozes sublimes de Ildo Lobo, Bana e Cesária Évora, entre cantores cabo-verdianos que imortalizaram as suas composições.
Manuel d´Novas ficou conhecido essencialmente por ter uma postura crítica em relação à sociedade mindelense, ilha onde vivia e que o adoptou como filho. Outra particularidade do compositor, um dos cabo-verdianos mais conhecidos internacionalmente, era a sua escrita em crioulo. Alguns dos belíssimos exemplos desta sua arte estão espelhados em temas como Apocalipse, Cmé catchorr (morna-coladeira), Cumpade Ciznone, D. Ana, Ess País, Morte d’um Tchuc (morna-coladeira), Nôs raça, Psú nhondenga (morna-coladeira), Stranger ê um Ilusão (morna), Tudo tem se limite e Lamento d’um emigrante.
Fonte: asemana.publ.cv
Poemas de manuel D'Novas:
Nôs Morna
Si bô ca crê uvi morna,
música raínha di nôs terra
Rancá bô bai bô tcha’m li,
ness Cabo Verde suave e doce,
nôs terra mãe
Inspiração di nôs poeta,
princesa di nôs serenata
Na noite serena di luar,
dbóch d’janela dum cretcheu
Na tchoradinha dum violão.
Cabo Verde sem morna,
pa mim el ê terra sem sol sem calor
Noiva sem grinalda,
vitória sem glória dum povo cristão
Bem bô d’zem bô nome,
se bô ê fidjo cabverdiano
Bem nô junta voz,
nô bem cantá nõs morna.
Ess Pais
Bem conchê Esse Mindelo pequinino Bem conchê
Sabura di nôs terra Bem conchê Ess paraiso di
cretcheu Qui nôs poeta cantà co amôr Na sês
verso imortal criôl Quem ca conchê Mindelo Ca
conchê Cabo-Verde Bem disfrutà morabeza Dêss
povo franco sem igual Li nô ca tem riqueza Nô ca
tem ôro nô ca tem diamante Ma nô tem ess paz
di Deus Qui na mundo ca tem E êss clima sabe
qui Deus dòne Bem conchê êss pais
Tudo tem se limite
Bô pápá ca foi foguêr
Nem tampóc rochegadôr
Nem marinhêr nem catraêr
Nem carpinter nem pêdrêr
Nem pêder nem pescadôr
E nem tembê um catadôr
Dificuldade bô ca conchêl
Pobreza pa bô ê lenda de gente gentil
Bô liberdade bô ca brigál
Bem dzêm'quem bô ê na vida
Pa julgá realidade
Dess nôss pais
Pa móde cristôm ta estód calóde
E justiça de povo nunca tem voz
Lá de bô tribuna bô ta insultá
E caluniá'tê Deus na ceu
Ma cma debóxe de ceu tudo tem seu limite
Bô pudêr ca ê infinito
O li ê que ê Cabo Verde
CUMPADE CIZNONE
Quase tudo dia tità 'contecé
Uns cose 'stronhe li na nôs terra
Tonte mudança tità contecé
Qu'até Monte Cara ja gaguejà
Ilheo dos passe ta tremê c'medo
Credo na mister Cumpade Ciznone
Dia d'nôs m'nine ma nôs amdjer
Ja ta riscode de nôs calendar
Trabalbador es ca' mexê's
E medo é medo dum terramoto
Democracia ca ta comprode
Na Sucupira nem plurim
C'sentimento d'povo ca ta brincode
Ca nô mexê c'nos tradiçao
Estoria d' nôs terra
Es qu'rê cambal
Na esquecimento
Manuel d´Novas ficou conhecido essencialmente por ter uma postura crítica em relação à sociedade mindelense, ilha onde vivia e que o adoptou como filho. Outra particularidade do compositor, um dos cabo-verdianos mais conhecidos internacionalmente, era a sua escrita em crioulo. Alguns dos belíssimos exemplos desta sua arte estão espelhados em temas como Apocalipse, Cmé catchorr (morna-coladeira), Cumpade Ciznone, D. Ana, Ess País, Morte d’um Tchuc (morna-coladeira), Nôs raça, Psú nhondenga (morna-coladeira), Stranger ê um Ilusão (morna), Tudo tem se limite e Lamento d’um emigrante.
Fonte: asemana.publ.cv
Poemas de manuel D'Novas:
Nôs Morna
Si bô ca crê uvi morna,
música raínha di nôs terra
Rancá bô bai bô tcha’m li,
ness Cabo Verde suave e doce,
nôs terra mãe
Inspiração di nôs poeta,
princesa di nôs serenata
Na noite serena di luar,
dbóch d’janela dum cretcheu
Na tchoradinha dum violão.
Cabo Verde sem morna,
pa mim el ê terra sem sol sem calor
Noiva sem grinalda,
vitória sem glória dum povo cristão
Bem bô d’zem bô nome,
se bô ê fidjo cabverdiano
Bem nô junta voz,
nô bem cantá nõs morna.
Ess Pais
Bem conchê Esse Mindelo pequinino Bem conchê
Sabura di nôs terra Bem conchê Ess paraiso di
cretcheu Qui nôs poeta cantà co amôr Na sês
verso imortal criôl Quem ca conchê Mindelo Ca
conchê Cabo-Verde Bem disfrutà morabeza Dêss
povo franco sem igual Li nô ca tem riqueza Nô ca
tem ôro nô ca tem diamante Ma nô tem ess paz
di Deus Qui na mundo ca tem E êss clima sabe
qui Deus dòne Bem conchê êss pais
Tudo tem se limite
Bô pápá ca foi foguêr
Nem tampóc rochegadôr
Nem marinhêr nem catraêr
Nem carpinter nem pêdrêr
Nem pêder nem pescadôr
E nem tembê um catadôr
Dificuldade bô ca conchêl
Pobreza pa bô ê lenda de gente gentil
Bô liberdade bô ca brigál
Bem dzêm'quem bô ê na vida
Pa julgá realidade
Dess nôss pais
Pa móde cristôm ta estód calóde
E justiça de povo nunca tem voz
Lá de bô tribuna bô ta insultá
E caluniá'tê Deus na ceu
Ma cma debóxe de ceu tudo tem seu limite
Bô pudêr ca ê infinito
O li ê que ê Cabo Verde
CUMPADE CIZNONE
Quase tudo dia tità 'contecé
Uns cose 'stronhe li na nôs terra
Tonte mudança tità contecé
Qu'até Monte Cara ja gaguejà
Ilheo dos passe ta tremê c'medo
Credo na mister Cumpade Ciznone
Dia d'nôs m'nine ma nôs amdjer
Ja ta riscode de nôs calendar
Trabalbador es ca' mexê's
E medo é medo dum terramoto
Democracia ca ta comprode
Na Sucupira nem plurim
C'sentimento d'povo ca ta brincode
Ca nô mexê c'nos tradiçao
Estoria d' nôs terra
Es qu'rê cambal
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terça-feira, 22 de setembro de 2009
Unidos de Cabo Verde, IPSS
A Associação Unidos de Cabo Verde, IPSS 96/85, está implementada há 20 anos no Concelho da Amadora, desempenhando funções de apoio social, económico e cultural aos seus Associados e à população local, na maior parte das vezes portadores de diversos problemas sociais graves. A maioria dos associados são de nacionalidade Caboverdeana e Portuguesa, embora também existam associados representantes de outras nacionalidades.
Contactos:
Sede: Rua Mário Viegas, nº 1, 2700-899 Casal de São Brás. Tel/Fax: 21 492 70 71.
Jardim-de-Infância: Rua Ramiro Martins, nº 2, 2650-015 Casal da Mira. Tel: 21 492 41 77
Correio Electrónico: unidoscaboverde@gmail.com
Fotos
Localização
Contactos:
Sede: Rua Mário Viegas, nº 1, 2700-899 Casal de São Brás. Tel/Fax: 21 492 70 71.
Jardim-de-Infância: Rua Ramiro Martins, nº 2, 2650-015 Casal da Mira. Tel: 21 492 41 77
Correio Electrónico: unidoscaboverde@gmail.com
Fotos
Localização
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amadora,
associação,
AUCV
PROTEJAMOS AS TARTARUGAS
Projeto da INDP para a conservação das tartarugas marinhas (Protejamos as Tartarugas)
Comunidades Piscatórias, Conservação e Desenvolvimento Local Sustentável
Trata-se de um blog (blogdastartarugas.blogs.sapo.cv), de divulgação dos trabalhos efectuados no âmbito do esforço para a preservação das tartarugas marinhas dirigidas sobretudo à população do Norte do Barlavento de Cabo verde (Santo Antão, São Vicente, São Nicolau), usando a investigação, educação ambiental, informação, sensibilização, formação e fiscalização noturna, etc.
Dando especial atenção às comunidades piscatórias, aos jovens e suas associações em coordenação com as câmaras municipais através das Equipas Ambientais Municipais (ETMAS). Todo o trabalho é desenvolvido com a sjuda de patrocinadores que permitem o desenrolar do trabalho voluntário.
É possivel acompanhar a evolução da campanha aqui. Veja também fotos, videos, poster
Contactos:
Equipa de coordenação do projecto
Dra. Sonia Elsy Merino - elsy3@yahoo.com
Dra. Sandra Correia- sandra.correia@indp.gov.cv
Dra. Melisa Alves- mel18pt@yahoo.com
Email do Projecto
tartarugas@sapo.cv
Endereço de correio do INDP
Instituito Nacional de Desenvolvimento das Pescas
CP -132
Cova dínglesa, Mindelo
São Vicente, Ilhas de Cabo Verde
Africa Ocidental
Comunidades Piscatórias, Conservação e Desenvolvimento Local Sustentável
Trata-se de um blog (blogdastartarugas.blogs.sapo.cv), de divulgação dos trabalhos efectuados no âmbito do esforço para a preservação das tartarugas marinhas dirigidas sobretudo à população do Norte do Barlavento de Cabo verde (Santo Antão, São Vicente, São Nicolau), usando a investigação, educação ambiental, informação, sensibilização, formação e fiscalização noturna, etc.
Dando especial atenção às comunidades piscatórias, aos jovens e suas associações em coordenação com as câmaras municipais através das Equipas Ambientais Municipais (ETMAS). Todo o trabalho é desenvolvido com a sjuda de patrocinadores que permitem o desenrolar do trabalho voluntário.
É possivel acompanhar a evolução da campanha aqui. Veja também fotos, videos, poster
Contactos:
Equipa de coordenação do projecto
Dra. Sonia Elsy Merino - elsy3@yahoo.com
Dra. Sandra Correia- sandra.correia@indp.gov.cv
Dra. Melisa Alves- mel18pt@yahoo.com
Email do Projecto
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CP -132
Cova dínglesa, Mindelo
São Vicente, Ilhas de Cabo Verde
Africa Ocidental
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segunda-feira, 21 de setembro de 2009
TXUBA NA SAO NICOLAU
É bonitu odja agu ta kai di seu, ta laba tera rusu, verdi ta toma rubera, enxada na txom, kel agu ta kori rostu baxu, alegria na rostu kamponez, mininus ta brinka ku txuba. Txuba pa mata sedi.
É tristi odja agu ta disprinda sem tadju, ta rabida tera ku rotxa, lama ta toma na sidadi, pé na txom, pa kori di kel agu ki sta bai rostu baxu, tristeza na rostu di sidadon, mininus ta txora ku txeia. Txeia ki sta foganu.
N´ta manda nha voto di koraji pa tudu kez ki sta sufri ku ez txuba, ki perdi algun kuza, ki perdi algem, pa poi koraji.
TXUBA DJA BEM
Di ripenti sukuru fitxa.
Nha genti keli e kuze?
E txuba e txuba.
Nha povu e sime,
nos sorti ki dja txiga.
Nu pupa nu puba.
O txuba dja bu bem?
Bu trazi kel fixom
ku midju ku batata?
Bu trazi bongolom?
Pa nu kumi ti nu farta?
Es anu nada ka da
so kansera na indjarga.
Nu sukuta nu sukuta
Simenti na txom ta fla muzika
pa nu badja rapikadu.
Nu djuda nu djuda.
Kada um ku si inxada finkadu,
na um kompasu ta rapika.
Forti sabura so sabura.
Sukuru dja fitxa la kelotu lem.
Dja bu sukuta? Txuba dja bem










KI TXUBA
Ta kai ta kamba na greta
ta bem sara frida di seka
so um gotinha ku um strubada
ta due odja tudu pa labada
ta kori ta dixi pa fundu ladera
ta danu um brufinha pa simentera
ironia sta na noz nasom
pa maz kai ka ta serta ku txom
ta fazi poku di noz tamanhu
ta ba kai tudu na osianu
agu nu tem pa tudu ladu
garganta sekom injuriadu
ta panha mar ta poi li dentu
sem sal sem areia so alentu
ta poi koraji konformadu
ta marka viaji kontrariadu
frustadu ku txuba ki ka bem
ta bai riba mar pa torna bem
na bagaji um txuba di koraji
bem luta ku txeia di difikuldadi
ku disgostu o ki txom ka modja
noz mininu nada es ka odja
nem bardolega nem gafanhotu
so um diluviu di bioku, ta fla ka si
o ki nu pidi um gram daroz pa li,
o um kudjer di midju pa la
pa kalma povu, pamo tera nada ka da










DIA DI TXUBA
Dia di txuba pe na posa sapatu modjadu
um dia stragadu ka bu kai na dizisperu
labanta bu luta tra pe di posa troka sapatu
kabesa labantadu bu ta prendi ku bu eru
vida é ka so bom tempu ku sol raganhadu
tambe tem txeu buturperiu ku tempu fitxadu
kapaz di rabidabu pa dentu moda furakom
ku kuzaz ki ta trau di seriu botabu na txom
fika atentu ku kada posa ki ta surji
pamo e maz um obstakulu pa supera
labanta pe di txom ba ta subi
po ka fika paradu la na fundu di ladera
dentu txuba bu tem ki ta modja
sera ki bu ta pasa o bu ta foga
toma senti pamo posa dja sta grandi
finka pe sem medu kaminhu é pa dianti.









DEZ IRMON - PARTI II
Dez irmon labanta tudu djuntu ez fazi djunta mon,
pa sai di um situasom tudu frutu di opresom.
Dez irmon ladu-ladu ninhum é ka igual, sima mai,
sem pai mininus di pikinoti da kabidal sem kai.
Maz grandi tem di kuazi tudu
kodé nada ka tem nem pasadu nem futuru.
Pa kem ki era orfao di pai oji e orgulhu di si mai.
Pobreza kria dizafiu pamo trabadju ka disprezu
kabesa ka sta baziu el ke rikeza ki ta fazi pezu
Dez irmon kada um tem di sel um bom idukasom
um surizu pa kualker stranhu um abilidadi na mon
talentu ki deus danu um beleza natural i melodias pa djudanu
Dez irmon ka tem ki lamenta ma tambe tem oito tem oitenta
um verdadi pa nu spadja di rialidadi ki mesti tadja
Tem pobreza di vida duru ku rikeza fetu manenti na sukuru
Tem bons kabesa ki danu evolusom
ku txeu kabesa lebi ta kre danu na txom
Tem morabeza ke kartom di vizita
ku malvadeza ki sta bira difisil ivita
Onti era sub oji mediu manham nka sabi
Dez irmon é Sintantom é Sonsent é Luzia é Saniklau é Djadsal é Bubista é Djarmai é Santiagu é Djarfogu é Djabraba.
Ami é nhoz fidju nhoz subrinhu
N kre ser sima nhoz ku nhaz irmon ku nhaz primu
Pa nu kaminha ladu-ladu i orgulha noz pai ku noz mai
Sima dez irmon ku maz dez ku maz dez ku maz dez...
É tristi odja agu ta disprinda sem tadju, ta rabida tera ku rotxa, lama ta toma na sidadi, pé na txom, pa kori di kel agu ki sta bai rostu baxu, tristeza na rostu di sidadon, mininus ta txora ku txeia. Txeia ki sta foganu.
N´ta manda nha voto di koraji pa tudu kez ki sta sufri ku ez txuba, ki perdi algun kuza, ki perdi algem, pa poi koraji.
TXUBA DJA BEM
Di ripenti sukuru fitxa.
Nha genti keli e kuze?
E txuba e txuba.
Nha povu e sime,
nos sorti ki dja txiga.
Nu pupa nu puba.
O txuba dja bu bem?
Bu trazi kel fixom
ku midju ku batata?
Bu trazi bongolom?
Pa nu kumi ti nu farta?
Es anu nada ka da
so kansera na indjarga.
Nu sukuta nu sukuta
Simenti na txom ta fla muzika
pa nu badja rapikadu.
Nu djuda nu djuda.
Kada um ku si inxada finkadu,
na um kompasu ta rapika.
Forti sabura so sabura.
Sukuru dja fitxa la kelotu lem.
Dja bu sukuta? Txuba dja bem










KI TXUBA
Ta kai ta kamba na greta
ta bem sara frida di seka
so um gotinha ku um strubada
ta due odja tudu pa labada
ta kori ta dixi pa fundu ladera
ta danu um brufinha pa simentera
ironia sta na noz nasom
pa maz kai ka ta serta ku txom
ta fazi poku di noz tamanhu
ta ba kai tudu na osianu
agu nu tem pa tudu ladu
garganta sekom injuriadu
ta panha mar ta poi li dentu
sem sal sem areia so alentu
ta poi koraji konformadu
ta marka viaji kontrariadu
frustadu ku txuba ki ka bem
ta bai riba mar pa torna bem
na bagaji um txuba di koraji
bem luta ku txeia di difikuldadi
ku disgostu o ki txom ka modja
noz mininu nada es ka odja
nem bardolega nem gafanhotu
so um diluviu di bioku, ta fla ka si
o ki nu pidi um gram daroz pa li,
o um kudjer di midju pa la
pa kalma povu, pamo tera nada ka da










DIA DI TXUBA
Dia di txuba pe na posa sapatu modjadu
um dia stragadu ka bu kai na dizisperu
labanta bu luta tra pe di posa troka sapatu
kabesa labantadu bu ta prendi ku bu eru
vida é ka so bom tempu ku sol raganhadu
tambe tem txeu buturperiu ku tempu fitxadu
kapaz di rabidabu pa dentu moda furakom
ku kuzaz ki ta trau di seriu botabu na txom
fika atentu ku kada posa ki ta surji
pamo e maz um obstakulu pa supera
labanta pe di txom ba ta subi
po ka fika paradu la na fundu di ladera
dentu txuba bu tem ki ta modja
sera ki bu ta pasa o bu ta foga
toma senti pamo posa dja sta grandi
finka pe sem medu kaminhu é pa dianti.









DEZ IRMON - PARTI II
Dez irmon labanta tudu djuntu ez fazi djunta mon,
pa sai di um situasom tudu frutu di opresom.
Dez irmon ladu-ladu ninhum é ka igual, sima mai,
sem pai mininus di pikinoti da kabidal sem kai.
Maz grandi tem di kuazi tudu
kodé nada ka tem nem pasadu nem futuru.
Pa kem ki era orfao di pai oji e orgulhu di si mai.
Pobreza kria dizafiu pamo trabadju ka disprezu
kabesa ka sta baziu el ke rikeza ki ta fazi pezu
Dez irmon kada um tem di sel um bom idukasom
um surizu pa kualker stranhu um abilidadi na mon
talentu ki deus danu um beleza natural i melodias pa djudanu
Dez irmon ka tem ki lamenta ma tambe tem oito tem oitenta
um verdadi pa nu spadja di rialidadi ki mesti tadja
Tem pobreza di vida duru ku rikeza fetu manenti na sukuru
Tem bons kabesa ki danu evolusom
ku txeu kabesa lebi ta kre danu na txom
Tem morabeza ke kartom di vizita
ku malvadeza ki sta bira difisil ivita
Onti era sub oji mediu manham nka sabi
Dez irmon é Sintantom é Sonsent é Luzia é Saniklau é Djadsal é Bubista é Djarmai é Santiagu é Djarfogu é Djabraba.
Ami é nhoz fidju nhoz subrinhu
N kre ser sima nhoz ku nhaz irmon ku nhaz primu
Pa nu kaminha ladu-ladu i orgulha noz pai ku noz mai
Sima dez irmon ku maz dez ku maz dez ku maz dez...
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quinta-feira, 17 de setembro de 2009
CIDADE VELHA - POUSADA NACIONAL DE SAO PEDRO

Para quem, ainda, anda distraído, passo a lembrar, em jeito de publicidade, que a Cidade Velha (actualmente Ribeira Grande de Santiago, de novo), já é Patrimonio mundial da Humanidade.
Esta distinção atribuída pela Unesco vem premiar anos de trabalhos dos dirigentes Caboverdeanos em elevar esta localidade ao nível que merece na historia do Mundo Actual.
Iniciativas ligadas ao turismo, cultura, artes, etc, têm acontecido com a intenção de levar pessoas àquela que foi a primeira capital do País e a primeira cidade europeia em África.
Promoção Verão 2009 (Julho/Agosto/Setembro)
POUSADA NACIONAL DE SÃO PEDRO
VISITA TURÍSTICA
AO SÍTIO HISTÓRICO
DE CIDADE VELHA:
mapaModalidade B
Quarto Individual – 1200$ - Quarto
Quarto Duplo – 2000$ - Quarto
Modalidade BB
Quarto Individual – 1500$ - Q, pequeno-almoço
Quarto Duplo – 2600$ - Q, pequeno-almoço
Modalidade HB
Quarto Individual – 2500$ - Q, p-a, 1 refeição, Visita ao Sitio Historico de Cidade Velha
Quarto Duplo – 4600$ - Q, p-a, 1 refeição, Visita ao Sitio Historico de Cidade Velha
Modalidade FB
Quarto Individual – 3500$ - Q, p-a, 2 r, Visita SHCV
Quarto Duplo – 6600$ - Q, p-a, 2 r, Visita SHCV
AIgreja Nossa Sra. Do Rosário – séc. XV
Praça do Pelourinho – séc. XV
Muralha do Mar – séc. XV
Rua Banana – séc. XV
Fortaleza Real de São Filipe – séc. XVI
Sé Catedral – séc. XVI
Ruínas da Igreja Hospital da Misericórdia – séc. XVI
Convento São Francisco – séc. XVII
Companhia Grão Pará e Maranhão – XVII
Seminário Jesuíta
Capela (Conceição/espírito Santo)
Capela Monte Alverne
Trapiches Tradicionais
Exposição de Peças arqueológicas – Gabinete do Instituto de Investigação e Património Cultural
Tel.: (238) 267 16 81
E-mail: proimtur@proimtur.com
Ler também:
Cidade Velha
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