Como se verá seguidamente, repartir pelos Governos do PAICV e do MpD as “culpas” pelo estado de (sub)desenvolvimento que a Brava vive neste momento é injusto, ináceitvel, anti-ético e até imoral.
Os factos a que me refiro são baseados em 23 anos de experiência, realizando desde 1995 três viagens anuais de e para a Brava, viagens estas que implicam entrar seis vezes no transporte que nos disponibilizam. Basta dizer que já viajei de e para a Brava nos barcos: Arca Verde I (ou II), Furna, Barlavento, Sotavento, 13 de Janeiro, Praia D´Águada, Sal Rei, Musteru, Catamarã (do Sr. Victor Fidalgo), no Iate do Sr. José Domingos e finalmente e infelizmente nestes pequenos barcos de pesca: Fajã de Água e Monte Branco. Até hoje já foram muitos. E poderei ter esquecido algum. Para além das viagens de barco para ou da Brava, também já o fiz de avião e helicóptero. Isto prova que a indefinição de transportes que satisfaçam os bravenses é permanente e acentuada.
Artigo de:
Francisco Tavares. Professor de Matemática no Liceu da Ilha da Brava.
Colunista em forcv.com
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SI NHA TERRA TINHA TXUBA...
"Na noz terra ka tem so morna ku koladera també tem munti aznera ki ta barredu pa baxu stera".
Buddha, na Kem ke Buddha
Ami é di tempo ki na C.V. porta ta fikaba aberto pa kem ki kre entra konbersa toma um pratu di kumida ou simplismenti dexa bentu korri. ami é di tempu ki nu ta brinkaba na rua tudu tipo brinkadera ki tinha sem medu sem pressa. antiz di mi era inda maz sabi na kel pontu la. ma terra muda munti kuza perdi munti kuza straga ma també munti kuza muda pa midjor. Saber mais...
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
KRIOL RÁDIO
Valorizar a radiodifusão cabo-verdiana, comentar e analisar, na perspectiva dos profissionais e dos ouvintes, tudo o que se propaga nas ondas da rádio.
"Apesar de cabo Verde ser um País reconhecido por uma vasta cultura, temos poucos espaços de divulgação cultural nos meios públicos e privados de Comunicação Social."
"A sua verdadeira razão (do artigo) prende-se com parte do noticiário que na TCV ouvimos e vimos ontem (dia 12) durante o qual convivemos com o à vontade com alguns responsáveis nos brindaram com determinados e graves erros, atropelando impiedosamente a língua que Camões e vários outros, incluindo não poucos cabo-verdianos, tão bem souberam glorificar. Iremos tentar reproduzir dois desses momentos, pecando talvez pela não precisão das frases proferidas (não foram gravadas), mas não no essencial, que constitui a causa deste apontamento."
"Apesar de cabo Verde ser um País reconhecido por uma vasta cultura, temos poucos espaços de divulgação cultural nos meios públicos e privados de Comunicação Social."
"A sua verdadeira razão (do artigo) prende-se com parte do noticiário que na TCV ouvimos e vimos ontem (dia 12) durante o qual convivemos com o à vontade com alguns responsáveis nos brindaram com determinados e graves erros, atropelando impiedosamente a língua que Camões e vários outros, incluindo não poucos cabo-verdianos, tão bem souberam glorificar. Iremos tentar reproduzir dois desses momentos, pecando talvez pela não precisão das frases proferidas (não foram gravadas), mas não no essencial, que constitui a causa deste apontamento."
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VOLUNTARIADO - CABO VERDE
Montijo
Voluntariado em Cabo Verde
A Câmara Municipal de Montijo, através do Gabinete de Desenvolvimento Associativo e Cidadania (GDAC), está a aceitar inscrições para um projecto de voluntariado em Cabo Verde.
A autarquia considera o voluntariado uma ferramenta essencial no exercício de uma cidadania activa e solidária e por isso apresentou uma candidatura, juntamente com a Associação para a Formação profissional e Desenvolvimento do Montijo, ao Programa Juventude em Acção da Comissão Europeia com o objectivo de enviar oito jovens para a Cabo Verde.
Os jovens irão realizar voluntariado na Associação Juvenil Black Panthers, situada na Cidade da Praia, durante nove meses, com início em Janeiro de 2010.
Os voluntários devem ter idades compreendidas entre os 18 e os 30 anos e possuir formação em Medicina, Gestão, Informática, Contabilidade, Assistência Social, Inglês ou Animação Sócio-Cultural.
Ao longo do projecto, os voluntários desenvolverão actividades desportivas, ministrarão sessões de informática e realizarão actividades de animação sócio-cultural com os utentes juniores e seniores da Associação Black Panthers.
Esta Associação de natureza comunitária, foi fundada em 1980 com o propósito de identificar, estruturar e implementar programas de âmbito social, cultural, educativo e desportivo, em prol dos jovens e dos mais vulneráveis do Bairro da Várzea da Companhia e de outros bairros suburbanos da Cidade da Praia.
A Black Panthers é parceira, há duas décadas, do Governo Cabo Verdiano no âmbito da promoção de programas de integração juvenil, que passam pela implementação de cursos de informática e de animação sócio-cultural e pela realização de torneios desportivos.
Além das 80 crianças que frequentam o jardim infantil, com direito a duas refeições, a associação apoia, com material escolar, mais 175 jovens que frequentam o ensino público e 32 idosos com géneros alimentares.
No total, a "Black Panthers" ajuda 450 jovens carenciados do bairro da Várzea e de bairros adjacentes.
Se queres fazer parte deste projecto de voluntariado em Cabo Verde contacta o GDAC através do 21 232 78 78 ou do e-mail associativismo@mun-montijo.pt .
Voluntariado em Cabo Verde
A Câmara Municipal de Montijo, através do Gabinete de Desenvolvimento Associativo e Cidadania (GDAC), está a aceitar inscrições para um projecto de voluntariado em Cabo Verde.
A autarquia considera o voluntariado uma ferramenta essencial no exercício de uma cidadania activa e solidária e por isso apresentou uma candidatura, juntamente com a Associação para a Formação profissional e Desenvolvimento do Montijo, ao Programa Juventude em Acção da Comissão Europeia com o objectivo de enviar oito jovens para a Cabo Verde.
Os jovens irão realizar voluntariado na Associação Juvenil Black Panthers, situada na Cidade da Praia, durante nove meses, com início em Janeiro de 2010.
Os voluntários devem ter idades compreendidas entre os 18 e os 30 anos e possuir formação em Medicina, Gestão, Informática, Contabilidade, Assistência Social, Inglês ou Animação Sócio-Cultural.
Ao longo do projecto, os voluntários desenvolverão actividades desportivas, ministrarão sessões de informática e realizarão actividades de animação sócio-cultural com os utentes juniores e seniores da Associação Black Panthers.
Esta Associação de natureza comunitária, foi fundada em 1980 com o propósito de identificar, estruturar e implementar programas de âmbito social, cultural, educativo e desportivo, em prol dos jovens e dos mais vulneráveis do Bairro da Várzea da Companhia e de outros bairros suburbanos da Cidade da Praia.
A Black Panthers é parceira, há duas décadas, do Governo Cabo Verdiano no âmbito da promoção de programas de integração juvenil, que passam pela implementação de cursos de informática e de animação sócio-cultural e pela realização de torneios desportivos.
Além das 80 crianças que frequentam o jardim infantil, com direito a duas refeições, a associação apoia, com material escolar, mais 175 jovens que frequentam o ensino público e 32 idosos com géneros alimentares.
No total, a "Black Panthers" ajuda 450 jovens carenciados do bairro da Várzea e de bairros adjacentes.
Se queres fazer parte deste projecto de voluntariado em Cabo Verde contacta o GDAC através do 21 232 78 78 ou do e-mail associativismo@mun-montijo.pt .
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quarta-feira, 9 de setembro de 2009
FESTIVAL "NOS TRADISON" - LISBOA (12/13 SETEMBRO)

FESTIVAL NOS TRADISON
2ª EDIÇÃO - 12 e 13 de Setembro 2009
Lisboa - Alameda da Cidade Universitária (entre a Aula Magna e o Campo Grande)
Programa:
12 Set.: "DIA DE AMILCAR CABRAL" 12.09.1924
16h - Encontro Nacional de Estudantes Cabo-verdianos.
Animação, Festa e muita Música - Jardim da Cidade Universitária
13 Set.: FESTIVAL E FEIRA
10h - Abertura da Feira com Jogos Tradicionais,
Gastronomia, Artes, Concursos, Animação
18h - Concertos
Artistas:
VADU cv, JORGE NETO pt, NILTON RAMALHO nl, RICKY BOY pt, HUGO pt, BILLY FAMILY pt, PAULO TAVARES fr, MICA MENDES fr, PAULINHA cv, LUCKY (DJ) pt, JOHNY LIMA pt, DJ OSCAR pt, DJ PAUSAS pt
Informações:
Entrada Livre: traga toda a Família
Transportes: Metro (Cidade Universitária na Linha Amarela) a estação fica à frente da Aula Magna, parte cima do jardim.
BUS (50, 44, 745, 83, 36, etc. Todos os que passam em Campo Grande ou Cidade Univ.)
Carro (Há muito estacionamento livre no local)
Em 2007 foi assim:
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terça-feira, 8 de setembro de 2009
CABO VERDE - KATIA NAJARA
Recebi hoje um e-mail dando conta de uma brasileira contratada pelo Centro Cultural Brasil Cabo Verde (CCB-CV) para participar numa acção de formação em culinária no arquipélago, no passado mês de Agosto.
Segundo soube a formação correu bem e ficaram todas as partes satisfeitas. Até aqui tudo bem e nada de especial. O que intriga nesse e-mail foi o depois da "experiência Cabo Verde". Essa formadora de nome Katia Najara, que possui um blog de culinária (www.rainhasdolar.com), coloca um post muito depreciativo da cultura, gastronomia, serviços e povo cabo verdiano, como se pode ler no artigo abaixo, intitulado "A comida".
Passo a citar:
"O que para mim é descartado como lixo, é degustado com prazer pelos nativos, já acostumados à sua real"
"Deve haver meia dúzia de bons restaurantes, mas todos tem muito o que evoluir ainda nos quesitos sabor, apresentação e serviço."
In/felizmente o tal post foi retirado do blog da "artista" e a CCB-CV já emitiu um comunicado a distanciar-se de tais declarações contidas no blog. Ver abaixo, comunicado do CCB-CV.
Será que nós somos assim tão "desmazelados" e não vemos para dentro? Ou será que os que vêm de fora são exigentes demais?
Eis o post em questão:
A comida
Come-se mal em Cabo Verde. Por conta da terra árida, de aspectos culturais, e por falta de criatividade também, esta última talvez em decorrência das primeiras. A base da alimentação caboverdiana está no arroz, no feijão, no milho e nos peixes. Não há maiores preocupações com o tempero, que nunca é refogado; não doura-se cebola e alho, eles são cozidos junto com todos os demais ingredientes do prato. Não há etapas, portanto, tudo é feito de uma só vez, e isto faz toda a diferença. O prato mais típico é a katxupa (uma espécie de feijoada com vários tipos de feijão, legumes e carnes brancas e vermelhas, que no dia seguinte vira essa versão guisada aí de cima), o xerém (uma espécie de cuzcuz desenformado), a massa (feita com milho e refogada com legumes e atum), um marisco alienígena chamado percebeus, a moréia (cobra d'água), o pincho (espetinhos de entrada), a linguiça de terra - feita por eles, o pastel de milho com recheio de peixe, e há também o bitoque e pregos, que não comi, mas soube que são pratos feitos com carne, sendo um deles o equivalente ao nosso bife. É que eu só quis saber de peixe, estes sim, motivo de muito orgulho do país. Nunca havia comido um atum que ao menos chegasse perto do que eles têm aqui. Sem falar no ponto de cocção do peixe e legumes, que é perfeito.
Suco aqui é "sumo", quase sempre industrializado, pela escassez de frutas e para evitar riscos de contaminação pela água. As poucas vezes em que tive acesso a suco de laranja integral, tinha gosto de laranja passada. É que elas são importadas e chegam congeladas, de modos que quando descongelam precisam ser consumidas imediatamente, mas como ainda vão para o mercado, sob sol escaldante, já viu, né? O que para mim é descartado como lixo, é degustado com prazer pelos nativos, já acostumados à sua real. Presunto aqui é "fiambre", geralmente muito bons; também há muito cogumelo, que aqui não se trata de gênero caro, ao contrário, o que tem de pizza meia-boca e sanduíche de cogumelo... e por falar em sanduíche, aqui se chama "sandes"; se na chapa, "tosta". O "grog" é o nome da excelente aguardente local, infinitamente mais forte que a nossa; e a cerveja local, a Strela, é bacaninha.
O serviço é bastante distraído. Anotar pedido não existe, e os cardápios, apesar de existirem, só se você pedir. As guarnições são quase sempre arroz branco, batatas fritas e umas rodelinhas de tomate e pepino, não importanto o nível do restaurante. Rola uma pressão também: mal termina-se de comer a entrada, e o garçon já recolhe para trazer o prato quente, quando você ainda pretendia come-la. Parece que eles querem que você coma logo e dê o fora. Eu também senti isso em Lisboa. Os pratos são quase sempre muito brancos ou muito amarelos, sem contraste, e por isso, não muito convidativos. Ah! E a depender de onde se coma de dia, tem que ser com uma mão só, porque a outra é para afastar as moscas. Deve haver meia dúzia de bons restaurantes, mas todos tem muito o que evoluir ainda nos quesitos sabor, apresentação e serviço.
Nota do CCB-CV
Olá, bom dia!
Relativamente à questão que tem circulado na net, sobre um blog de uma formadora nossa que critica Cabo Verde - e felizmente já tirado do mesmo - o CCB-CV tem a informar que não é responsável pelas opiniões pessoais dos formadores convidados a prestar serviço no quadro da sua programação cultural para Cabo Verde.
Marilene Pereira
Diretora do CCB-Cv
Segundo soube a formação correu bem e ficaram todas as partes satisfeitas. Até aqui tudo bem e nada de especial. O que intriga nesse e-mail foi o depois da "experiência Cabo Verde". Essa formadora de nome Katia Najara, que possui um blog de culinária (www.rainhasdolar.com), coloca um post muito depreciativo da cultura, gastronomia, serviços e povo cabo verdiano, como se pode ler no artigo abaixo, intitulado "A comida".
Passo a citar:
"O que para mim é descartado como lixo, é degustado com prazer pelos nativos, já acostumados à sua real"
"Deve haver meia dúzia de bons restaurantes, mas todos tem muito o que evoluir ainda nos quesitos sabor, apresentação e serviço."
In/felizmente o tal post foi retirado do blog da "artista" e a CCB-CV já emitiu um comunicado a distanciar-se de tais declarações contidas no blog. Ver abaixo, comunicado do CCB-CV.
Será que nós somos assim tão "desmazelados" e não vemos para dentro? Ou será que os que vêm de fora são exigentes demais?
Eis o post em questão:
A comida
Come-se mal em Cabo Verde. Por conta da terra árida, de aspectos culturais, e por falta de criatividade também, esta última talvez em decorrência das primeiras. A base da alimentação caboverdiana está no arroz, no feijão, no milho e nos peixes. Não há maiores preocupações com o tempero, que nunca é refogado; não doura-se cebola e alho, eles são cozidos junto com todos os demais ingredientes do prato. Não há etapas, portanto, tudo é feito de uma só vez, e isto faz toda a diferença. O prato mais típico é a katxupa (uma espécie de feijoada com vários tipos de feijão, legumes e carnes brancas e vermelhas, que no dia seguinte vira essa versão guisada aí de cima), o xerém (uma espécie de cuzcuz desenformado), a massa (feita com milho e refogada com legumes e atum), um marisco alienígena chamado percebeus, a moréia (cobra d'água), o pincho (espetinhos de entrada), a linguiça de terra - feita por eles, o pastel de milho com recheio de peixe, e há também o bitoque e pregos, que não comi, mas soube que são pratos feitos com carne, sendo um deles o equivalente ao nosso bife. É que eu só quis saber de peixe, estes sim, motivo de muito orgulho do país. Nunca havia comido um atum que ao menos chegasse perto do que eles têm aqui. Sem falar no ponto de cocção do peixe e legumes, que é perfeito.
Suco aqui é "sumo", quase sempre industrializado, pela escassez de frutas e para evitar riscos de contaminação pela água. As poucas vezes em que tive acesso a suco de laranja integral, tinha gosto de laranja passada. É que elas são importadas e chegam congeladas, de modos que quando descongelam precisam ser consumidas imediatamente, mas como ainda vão para o mercado, sob sol escaldante, já viu, né? O que para mim é descartado como lixo, é degustado com prazer pelos nativos, já acostumados à sua real. Presunto aqui é "fiambre", geralmente muito bons; também há muito cogumelo, que aqui não se trata de gênero caro, ao contrário, o que tem de pizza meia-boca e sanduíche de cogumelo... e por falar em sanduíche, aqui se chama "sandes"; se na chapa, "tosta". O "grog" é o nome da excelente aguardente local, infinitamente mais forte que a nossa; e a cerveja local, a Strela, é bacaninha.
O serviço é bastante distraído. Anotar pedido não existe, e os cardápios, apesar de existirem, só se você pedir. As guarnições são quase sempre arroz branco, batatas fritas e umas rodelinhas de tomate e pepino, não importanto o nível do restaurante. Rola uma pressão também: mal termina-se de comer a entrada, e o garçon já recolhe para trazer o prato quente, quando você ainda pretendia come-la. Parece que eles querem que você coma logo e dê o fora. Eu também senti isso em Lisboa. Os pratos são quase sempre muito brancos ou muito amarelos, sem contraste, e por isso, não muito convidativos. Ah! E a depender de onde se coma de dia, tem que ser com uma mão só, porque a outra é para afastar as moscas. Deve haver meia dúzia de bons restaurantes, mas todos tem muito o que evoluir ainda nos quesitos sabor, apresentação e serviço.
Nota do CCB-CV
Olá, bom dia!
Relativamente à questão que tem circulado na net, sobre um blog de uma formadora nossa que critica Cabo Verde - e felizmente já tirado do mesmo - o CCB-CV tem a informar que não é responsável pelas opiniões pessoais dos formadores convidados a prestar serviço no quadro da sua programação cultural para Cabo Verde.
Marilene Pereira
Diretora do CCB-Cv
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sexta-feira, 28 de agosto de 2009
UniCV - universidade de Cabo Verde
A Universidade Pública de Cabo Verde deve ser configurada no interior de um projecto de sociedade.
Quer isto dizer que é preciso perguntar ao serviço de quem e de deverá estar a Universidade de Cabo Verde.
Não tendo o país recursos clássicos que lhe conferem vantagens comparativas na busca de inserção na economia mundial (matérias primas estratégicas, mão-de-obra barata, mercado de dimensões atractivas, etc), a “economia do conhecimento” surge como a via mais credível da inserção competitiva de Cabo Verde no espaço económico regional e mundial e como mecanismo mais eficaz de desenvolvimento humano, susceptível de corrigir injustiças sociais, além de figurar como uma alavanca para eliminar bolsas arraigadas de pobreza.
A missão da Universidade consiste em contribuir para o desenvolvimento durável de Cabo Verde nos domínios científico, tecnológico, económico, social e cultural.
Assim, a Universidade de Cabo Verde procurará ser um referencial de excelência académica em todas as áreas de pertinência para o desenvolvimento do País. Com efeito, ela deve estar comprometida com as grandes causas da sociedade.
Quer isto dizer que é preciso perguntar ao serviço de quem e de deverá estar a Universidade de Cabo Verde.
Não tendo o país recursos clássicos que lhe conferem vantagens comparativas na busca de inserção na economia mundial (matérias primas estratégicas, mão-de-obra barata, mercado de dimensões atractivas, etc), a “economia do conhecimento” surge como a via mais credível da inserção competitiva de Cabo Verde no espaço económico regional e mundial e como mecanismo mais eficaz de desenvolvimento humano, susceptível de corrigir injustiças sociais, além de figurar como uma alavanca para eliminar bolsas arraigadas de pobreza.
A missão da Universidade consiste em contribuir para o desenvolvimento durável de Cabo Verde nos domínios científico, tecnológico, económico, social e cultural.
Assim, a Universidade de Cabo Verde procurará ser um referencial de excelência académica em todas as áreas de pertinência para o desenvolvimento do País. Com efeito, ela deve estar comprometida com as grandes causas da sociedade.
Universidade Jean Piaget -Cabo Verde
A Universidade Jean Piaget de Cabo Verde é um estabelecimento de ensino superior, criado pelo Instituto Piaget, e tem como missão contribuir para a formação dos recursos humanos em Cabo Verde, bem como para o desenvolvimento de competências locais imprescindíveis para o desenvolvimento do país.
Reconhecido pelo decreto-lei n.º 12/2001como um estabelecimento de ensino superior de interesse público, a UniPiaget iniciou as suas actividades no dia 7 de Maio de 2001 com a abertura do 1º ano do curso de Sociologia.
Reconhecido pelo decreto-lei n.º 12/2001como um estabelecimento de ensino superior de interesse público, a UniPiaget iniciou as suas actividades no dia 7 de Maio de 2001 com a abertura do 1º ano do curso de Sociologia.
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