Em Cabo Verde, as próximas eleições presidenciais entraram na ordem do dia , no PAICV, com duas figuras de peso a assumirem-se já como potenciais candidatos.
Aristides Lima, presidente da Assembleia Nacional, e David Hopffer Almada, que já em 2001 chegou a disputar o cargo, tendo como adversários o actual chefe de Estado, Pedro Pires, e o seu rival Carlos Veiga.
Apanhado neste turbilhão, o presidente do PAICV e Primeiro-ministro, José Maria Neves, já fez saber que ainda é cedo para falar das presidenciais.
Tudo começou há dias quando, a pretexto de almoço convívio, Aristides Lima assumiu que é candidato às eleições presidenciais de 2011.
ANGOP
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SI NHA TERRA TINHA TXUBA...
"Na noz terra ka tem so morna ku koladera també tem munti aznera ki ta barredu pa baxu stera".
Buddha, na Kem ke Buddha
Ami é di tempo ki na C.V. porta ta fikaba aberto pa kem ki kre entra konbersa toma um pratu di kumida ou simplismenti dexa bentu korri. ami é di tempu ki nu ta brinkaba na rua tudu tipo brinkadera ki tinha sem medu sem pressa. antiz di mi era inda maz sabi na kel pontu la. ma terra muda munti kuza perdi munti kuza straga ma també munti kuza muda pa midjor. Saber mais...
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Porto Novo constrói centro de apoio ao setor agropecuário
A iniciativa integra o Projeto de Desenvolvimento Rural do município, iniciado em 2006
Porto Novo, vai ganhar um centro de apoio para transformação e comercialização dos produtos agropecuários. A iniciativa faz parte do Projeto de Desenvolvimento Rural do Porto Novo (PDR-PN). A construção já começou. O centro constitui uma das ações contempladas na segunda fase do PDR-PN, cujas ações estão previstas para o período de 2009 e 2010.
Segundo a Inforpress, o PDR-PN, a cargo da a organização não-governamental Atelier Mar, atuará ainda, nesta segunda e última etapa, em outras frentes, destacando-se a realização, em breve, de uma campanha de comercialização da “batata da terra” e reformulação do departamento de marketing e comercialização.
Portugal Digital
Porto Novo, vai ganhar um centro de apoio para transformação e comercialização dos produtos agropecuários. A iniciativa faz parte do Projeto de Desenvolvimento Rural do Porto Novo (PDR-PN). A construção já começou. O centro constitui uma das ações contempladas na segunda fase do PDR-PN, cujas ações estão previstas para o período de 2009 e 2010.
Segundo a Inforpress, o PDR-PN, a cargo da a organização não-governamental Atelier Mar, atuará ainda, nesta segunda e última etapa, em outras frentes, destacando-se a realização, em breve, de uma campanha de comercialização da “batata da terra” e reformulação do departamento de marketing e comercialização.
Portugal Digital
Banco Insular de Cabo Verde encerra terça-feira
O Banco Insular de Cabo Verde encerra terça-feira por decisão do governo cabo-verdiano, nomeadamente por falta de cumprimento de normas sobre reposição de fundos e riscos de crédito.
O Banco Insular de Cabo Verde encerra terça-feira por decisão do governo cabo-verdiano, nomeadamente por falta de cumprimento de normas sobre reposição de fundos e riscos de crédito.
A portaria que encerra o Banco Insular foi hoje publicada no Boletim Oficial do Governo, indicando que a instituição encerra terça-feira.
O governo justifica a decisão com o incumprimento por parte do Banco Insular de "normativos prudenciais respeitantes nomeadamente à reposição de fundos próprios, ao respeito do limite do rácio de solvibilidade e ao limite de concentração de riscos de crédito".
In Jornal de Negócios/Lusa
O Banco Insular de Cabo Verde encerra terça-feira por decisão do governo cabo-verdiano, nomeadamente por falta de cumprimento de normas sobre reposição de fundos e riscos de crédito.
A portaria que encerra o Banco Insular foi hoje publicada no Boletim Oficial do Governo, indicando que a instituição encerra terça-feira.
O governo justifica a decisão com o incumprimento por parte do Banco Insular de "normativos prudenciais respeitantes nomeadamente à reposição de fundos próprios, ao respeito do limite do rácio de solvibilidade e ao limite de concentração de riscos de crédito".
In Jornal de Negócios/Lusa
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quinta-feira, 30 de outubro de 2008
CABO VERDE/DROGA - RELATORIO DA ONU
TRÁFICO DE COCAÍNA SEGUNDA ACTIVIDADE MAIS RENTÁVEL APÓS PETRÓLEO - ONU
O tráfico de cocaína é a segunda actividade económica, a seguir à extracção de petróleo, mais rentável na África Ocidental e envolve milhares de pessoas em África, mas também na Europa.
A constatação é de um relatório da ONU, Escritório sobre Drogas e Crime, hoje apresentado na Cidade da Praia, onde decorre uma conferência internacional sobre narcotráfico, que junta ministros dos 15 países da CEDEAO - Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental.
Alerta o documento que navios e aviões carregados de cocaína, vindos da América Latina, estão a entrar em portos e aeródromos mal vigiados da África Ocidental, onde a droga é depois distribuída em pequenas doses e enviada para a Europa, em voos comerciais, em barcos ou, por terra, em jipes.
"A cocaína importada da África Ocidental vale quase dois mil milhões de dólares (1,6 mil milhões de euros) por ano em cidades europeias", lê-se no relatório.
O documento especifica que Espanha e Reino Unido são os principais mercados consumidores, embora a droga possa também transitar por Portugal e França, países com semelhanças culturais e ligações aéreas com a região.
"Países pobres como a Guiné-Bissau não podem controlar as suas costas ou o seu espaço aéreo. A polícia é quase totalmente desamparada contra traficantes bem equipados e bem relacionados", diz a ONU, referindo que pelo menos 46 toneladas de cocaína foram apreendidas na rota para a Europa, via África Ocidental, desde 2005.
Mas a ONU alerta que a maioria dessas apreensões aconteceram por acaso e salienta que "falta aos procuradores e juízes a prova ou a vontade de trazer à justiça os criminosos que foram amigos poderosos".
Na África Ocidental, segundo o documento, as instituições de justiça são "altamente vulneráveis à corrupção" e os traficantes internacionais quando são presos "raramente são condenados".
Responsáveis da ONU disseram hoje na Praia que se os países não controlarem o fluxo de droga acabarão por ser controlados pelos narcotráficos, em termos económicos e políticos.
O próprio relatório da ONU é claro quando diz que há o risco claro de países da África Ocidental se tornarem "Estados-shell", isto é, "soberanos no nome mas escavados no interior por criminosos, em conspiração com funcionários corruptos no governo e nos serviços de segurança".
Esta situação, preocupante segundo a ONU, surgiu nos últimos quatro anos, na sequência do declínio do consumo de cocaína nos Estados Unidos e aumento na Europa, além da valorização do euro, hoje uma moeda muito apreciada.
A ONU diz que a maioria da cocaína que entra na região oeste-africana e que vem da América do Sul faz uma paragem na Guiné-Bissau e no Gana, sendo depois traficada entre países da região e de seguida transportada para a Europa.
"Foram apreendidas aproximadamente 3,4 toneladas de cocaína de 1.357 correios em voos comerciais da África Ocidental para a Europa desde 2004", especifica o documento.
Mais de metade dessa droga apreendida (55 por cento) foi-o em voos provenientes do Senegal, Nigéria, Guiné-Conacri e Mali.
A Nigéria foi o país com mais nacionais detidos como correios da droga, mas em Portugal a maioria dos detidos pelo mesmo motivo são cidadãos de CABO VERDE e da Guiné-Bissau.
Metade da cocaína apreendida destinava-se a Espanha e Reino Unido, sendo que cidadãos da Nigéria, Guiné-Bissau, Mali e CABO VERDE são os principais transportadores para Espanha, enquanto que nigerianos e britânicos fazem o transporte para o Reino Unido.
O relatório indica ainda que a heroína também transita pela região, especialmente através de correios da Nigéria, que operam a partir do Paquistão. Desde 2000, foram apreendidas 2,4 toneladas de heroína na África Ocidental.
FP.
Lusa/Fim
Fonte: RTP
O tráfico de cocaína é a segunda actividade económica, a seguir à extracção de petróleo, mais rentável na África Ocidental e envolve milhares de pessoas em África, mas também na Europa.
A constatação é de um relatório da ONU, Escritório sobre Drogas e Crime, hoje apresentado na Cidade da Praia, onde decorre uma conferência internacional sobre narcotráfico, que junta ministros dos 15 países da CEDEAO - Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental.
Alerta o documento que navios e aviões carregados de cocaína, vindos da América Latina, estão a entrar em portos e aeródromos mal vigiados da África Ocidental, onde a droga é depois distribuída em pequenas doses e enviada para a Europa, em voos comerciais, em barcos ou, por terra, em jipes.
"A cocaína importada da África Ocidental vale quase dois mil milhões de dólares (1,6 mil milhões de euros) por ano em cidades europeias", lê-se no relatório.
O documento especifica que Espanha e Reino Unido são os principais mercados consumidores, embora a droga possa também transitar por Portugal e França, países com semelhanças culturais e ligações aéreas com a região.
"Países pobres como a Guiné-Bissau não podem controlar as suas costas ou o seu espaço aéreo. A polícia é quase totalmente desamparada contra traficantes bem equipados e bem relacionados", diz a ONU, referindo que pelo menos 46 toneladas de cocaína foram apreendidas na rota para a Europa, via África Ocidental, desde 2005.
Mas a ONU alerta que a maioria dessas apreensões aconteceram por acaso e salienta que "falta aos procuradores e juízes a prova ou a vontade de trazer à justiça os criminosos que foram amigos poderosos".
Na África Ocidental, segundo o documento, as instituições de justiça são "altamente vulneráveis à corrupção" e os traficantes internacionais quando são presos "raramente são condenados".
Responsáveis da ONU disseram hoje na Praia que se os países não controlarem o fluxo de droga acabarão por ser controlados pelos narcotráficos, em termos económicos e políticos.
O próprio relatório da ONU é claro quando diz que há o risco claro de países da África Ocidental se tornarem "Estados-shell", isto é, "soberanos no nome mas escavados no interior por criminosos, em conspiração com funcionários corruptos no governo e nos serviços de segurança".
Esta situação, preocupante segundo a ONU, surgiu nos últimos quatro anos, na sequência do declínio do consumo de cocaína nos Estados Unidos e aumento na Europa, além da valorização do euro, hoje uma moeda muito apreciada.
A ONU diz que a maioria da cocaína que entra na região oeste-africana e que vem da América do Sul faz uma paragem na Guiné-Bissau e no Gana, sendo depois traficada entre países da região e de seguida transportada para a Europa.
"Foram apreendidas aproximadamente 3,4 toneladas de cocaína de 1.357 correios em voos comerciais da África Ocidental para a Europa desde 2004", especifica o documento.
Mais de metade dessa droga apreendida (55 por cento) foi-o em voos provenientes do Senegal, Nigéria, Guiné-Conacri e Mali.
A Nigéria foi o país com mais nacionais detidos como correios da droga, mas em Portugal a maioria dos detidos pelo mesmo motivo são cidadãos de CABO VERDE e da Guiné-Bissau.
Metade da cocaína apreendida destinava-se a Espanha e Reino Unido, sendo que cidadãos da Nigéria, Guiné-Bissau, Mali e CABO VERDE são os principais transportadores para Espanha, enquanto que nigerianos e britânicos fazem o transporte para o Reino Unido.
O relatório indica ainda que a heroína também transita pela região, especialmente através de correios da Nigéria, que operam a partir do Paquistão. Desde 2000, foram apreendidas 2,4 toneladas de heroína na África Ocidental.
FP.
Lusa/Fim
Fonte: RTP
terça-feira, 30 de setembro de 2008
OUTRO CABO VERDE
Pouca gente sabe mas ali ao lado, no continente americano, mais concretamente no pais irmão que é o Brasil, existe uma município chamado Cabo Verde.Cabo Verde, um dos mais antigos municípios do sul de Minas, teve sua fundação em 15 de agosto de 1762 (Arraial de Nossa Senhora do Assunção de Cabo Verde) pelo português Veríssimo João de Carvalho, natural da cidade de Ribeira do Pena, Freguesia de São Salvador Portugal, motivada pela atração do ouro existente na região. A emancipação político-administrativa se deu em 30 de outubro de 1866. O nome Cabo Verde advém de duas lendas: a primeira é a de um cabo de enxada deixado pelos garimpeiros à beira do Ribeirão Assunção. Passados alguns dias ele brotou.
Daí a exclamação: "Cabo Verde!!!". A segunda lenda é atribuída ao grande número de pedras verdes encontradas aqui pelos portugueses, as quais se assemelhavam às das Ilhas de Cabo Verde, na África. Saber mais
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sexta-feira, 26 de setembro de 2008
SI NHA TERRA TINHA TXUBA...
"Na noz terra ka tem so morna ku koladera també tem munti aznera ki ta barredu pa baxu stera".
Buddha, na Kem ke Buddha
Ami é di tempo ki na C.V. porta ta fikaba aberto pa kem ki kre entra konbersa toma um pratu di kumida ou simplismenti dexa bentu korri. ami é di tempu ki nu ta brinkaba na rua tudu tipo brinkadera ki tinha sem medu sem pressa. antiz di mi era inda maz sabi na kel pontu la. ma terra muda munti kuza perdi munti kuza straga ma també munti kuza muda pa midjor. nha terra sa ta kria. sima kualker kriansa e ta fazi txeu aznera é ta ganha txeu experiensia també. sima kk mininu adotadu si nu ka dadu amor um dia nu ta kria koraji nu ta sigui noz kaminhu. kaminhu é largu ma anoz é sobriviventi. kada pasu ki nu da pa frenti ou pa traz é heransa ki nu ta dexa pa noz fidju. ami n atxa heransa di INDIPENDENSIA. n kre dexa heransa di DIZEMVOLVIMENTO di BEM ESTAR di RIKEZA. Rikeza di valores di tradisom di kultura di amizadi di trabadju di DJUNTA MON. kela ke noz rikeza. POR ISSO AMI É DODU NA CABO VERDI.
São cidadãos cabo-verdianos todos aqueles que, por lei ou por convenção internacional, sejam considerados como tal. O Estado poderá concluir tratados de dupla nacionalidade. Os Cabo-verdianos poderão adquirir a nacionalidade de outro país sem perder a sua nacionalidade de origem.
Na nossa terra não há só morna e coladeira, também há muitas asneiras que se varrem para debaixo do tapete"
Buddha, em "Kem ke Buddha"
Eu sou do tempo em que em Cabo verde as portas ficavam abertas para quem quisesse entrar, conversar, tomar um prato de comida ou simplesmente deixar correr o vento. Eu sou do tempo em que brincavamos na rua todo o tipo de brincadeiras que havia, sem medo, sem pressa. Antes de min ainda era melhor nesse ponto. Mas a terra mudou, muitas coisas se perderam, muitas coisas se estragaram mas também muitas coisas mudaram para melhor. A minha terra está a crescer. Como qualquer criança ela faz muitas asneiras e também ganha muita esperiência. Como qualquer menino "adoptado" se não nos derem amor um dia ganhamos coragem e seguimos o nosso caminho. O caminho é grande mas nós somos sobreviventes. Cada passo que der-mos para a frente ou para traz é a herança que deixamos para os nossos filhos. Eu encontrei a herança da INDEPÊNDENCIA. Quero deixar a herança do DESENVOLVIMENTO do BEM ESTAR da RIQUEZA. Riqueza dos valores da tradição, da cultura, da amizade, du trabalho, do DJUNTA MON. isso é que é a nossa riqueza. POR ISSO EU SOU MALUCO POR CABO VERDE..
Buddha, na Kem ke Buddha
Ami é di tempo ki na C.V. porta ta fikaba aberto pa kem ki kre entra konbersa toma um pratu di kumida ou simplismenti dexa bentu korri. ami é di tempu ki nu ta brinkaba na rua tudu tipo brinkadera ki tinha sem medu sem pressa. antiz di mi era inda maz sabi na kel pontu la. ma terra muda munti kuza perdi munti kuza straga ma també munti kuza muda pa midjor. nha terra sa ta kria. sima kualker kriansa e ta fazi txeu aznera é ta ganha txeu experiensia també. sima kk mininu adotadu si nu ka dadu amor um dia nu ta kria koraji nu ta sigui noz kaminhu. kaminhu é largu ma anoz é sobriviventi. kada pasu ki nu da pa frenti ou pa traz é heransa ki nu ta dexa pa noz fidju. ami n atxa heransa di INDIPENDENSIA. n kre dexa heransa di DIZEMVOLVIMENTO di BEM ESTAR di RIKEZA. Rikeza di valores di tradisom di kultura di amizadi di trabadju di DJUNTA MON. kela ke noz rikeza. POR ISSO AMI É DODU NA CABO VERDI.
São cidadãos cabo-verdianos todos aqueles que, por lei ou por convenção internacional, sejam considerados como tal. O Estado poderá concluir tratados de dupla nacionalidade. Os Cabo-verdianos poderão adquirir a nacionalidade de outro país sem perder a sua nacionalidade de origem.
Na nossa terra não há só morna e coladeira, também há muitas asneiras que se varrem para debaixo do tapete"
Buddha, em "Kem ke Buddha"
Eu sou do tempo em que em Cabo verde as portas ficavam abertas para quem quisesse entrar, conversar, tomar um prato de comida ou simplesmente deixar correr o vento. Eu sou do tempo em que brincavamos na rua todo o tipo de brincadeiras que havia, sem medo, sem pressa. Antes de min ainda era melhor nesse ponto. Mas a terra mudou, muitas coisas se perderam, muitas coisas se estragaram mas também muitas coisas mudaram para melhor. A minha terra está a crescer. Como qualquer criança ela faz muitas asneiras e também ganha muita esperiência. Como qualquer menino "adoptado" se não nos derem amor um dia ganhamos coragem e seguimos o nosso caminho. O caminho é grande mas nós somos sobreviventes. Cada passo que der-mos para a frente ou para traz é a herança que deixamos para os nossos filhos. Eu encontrei a herança da INDEPÊNDENCIA. Quero deixar a herança do DESENVOLVIMENTO do BEM ESTAR da RIQUEZA. Riqueza dos valores da tradição, da cultura, da amizade, du trabalho, do DJUNTA MON. isso é que é a nossa riqueza. POR ISSO EU SOU MALUCO POR CABO VERDE..
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quarta-feira, 24 de setembro de 2008
CONHECER CABO VERDE
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